A colheita não espera. O seu comprador lá fora também não
Frutas, hortaliças, castanhas, grãos, animais vivos, máquinas agrícolas: produtos sazonais, perecíveis e que atravessam fronteiras sanitárias. O Exporta.ai mostra quais países compram o seu produto e quanto, que requisitos sanitários vão pedir e qual importador movimenta a sua categoria.

O que trava uma exportação agrícola
Muitos países só abrem o mercado a uma fruta ou a um produto animal depois de um protocolo bilateral, e pedem certificado fitossanitário ou veterinário a cada embarque. Se o seu produto não está autorizado naquele mercado, não há venda possível.
A cadeia de frio, o tempo de trânsito e a safra decidem a quais mercados você consegue chegar. Um destino com bom preço e vinte dias de navio pode não servir para o seu produto.
Poucos importadores e redes movimentam a maior parte do volume, e pedem certificações como GLOBALG.A.P. e regularidade de fornecimento antes de sentar para negociar.
Como o Exporta.ai resolve isso
Primeiro: se o seu produto pode entrar
O relatório de mercado começa pelo veredito: se o seu produto tem acesso àquele país e com quais requisitos sanitários, com a fonte. Se não tiver, ele propõe mercados alternativos.
Onde e quanto se compra do seu produto
Quais países importam o seu código SH, quanto e de quem compram, com dados oficiais de comércio. Para escolher o destino com números, e não por costume.
O importador que movimenta a sua categoria
Importadores, atacadistas e compradores de redes varejistas em cada país, com a pessoa de compras, o cargo e o e-mail profissional.
Vendiam quase tudo para dois atacadistas europeus. O relatório mostrou quais mercados fora da UE mais compravam os seus cítricos e descartou um para o qual não tinham acesso sanitário. Na Fruit Logistica, fecharam reuniões com importadores dos dois mercados escolhidos.
Exemplo ilustrativo de um uso típico; não corresponde a um cliente específico.
Diz quais requisitos sanitários aquele país exige para o seu código SH e de onde vem cada um. A autorização específica do seu produto e da sua origem deve ser confirmada com a autoridade fitossanitária ou veterinária antes do primeiro embarque.
Sim, mas é outra análise: as máquinas dependem de homologações e da rede de concessionárias, não de protocolos sanitários. O relatório parte do seu código SH, que já distingue uma coisa da outra.
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